Duchamp


por Moreno Osório e Marcela Donini

Fotos da mostra Marcel Duchamp: una obra que no es una obra “de arte” e da Fundación Proa, em Buenos Aires, onde está acontecendo a exposição.

Igreja Ortodoxa Russa


por Marcela Donini

El Zanjon de Granados


por Moreno Osório e Marcela Donini

Não é à toa que a primeira dica do artigo 36 Hours in Buenos Aires é o pouco conhecido El Zanjon de Granados. Localizado no coração de San Telmo (calle Defensa, 755), o lugar oferece uma bela maneira de se conhecer um pouco das origens da cidade. Em uma hora de tour, é possível caminhar por calçadas do século XVII e ouvir a água passar por baixo de cisternas usadas por imigrantes do início do século XX.

As fotos acima mostram a mansão restaurada. Embaixo dela estão os túneis. Lá é proibido tirar fotos, pois a empresa que adquiriu o local e o transformou em ponto turístico e também em um enorme centro de eventos quer mantê-lo em segredo. Esse cuidado fica claro na calma do local e no número de pessoas que o conhecem. Apenas dois turistas de NY (que leram o mesmo artigo) estavam no tour conosco.

Biblioteca Nacional


por Moreno Osório

Site.

Arte?


por Marcela Donini

Esta imagem colorida está em um painel de 88 X 34 metros no Edificio del Plata, sede de escritórios públicos. Foi clicada por mim antes de ler a entrevista com o autor da obra, Fabián Burgos, publicada ontem no Clarín .

Entre as críticas do público, o de sempre: “Não se entende”. O próprio artista disse: “Me gusta como quedó pero sinceramente no siento nada cuando veo esta obra.”

A mí, me gusta muchísimo, también. Gosto deste colorido e destas linhas, acho que tem tudo a ver com a velocidade e dinamismo com que as coisas acontecem na 9 de Julho, avenida onde está a gigantografía. Na foto, então, acho que funcionou súper bem.

Don’t think, just shoot


por Marcela Donini

Centro, Buenos Aires

Uma das fotos do meu primeiro filme com a minha Action Sampler. Dêem um desconto porque é uma foto digital da foto de papel, ok? Não deu pra trazer o scanner…

Foto do dia


por Marcela Donini

Casa de Gobierno, Plaza de Mayo

Casa Rosada

Hace calor


por Marcela Donini


Helado de dulce de leche

Levei umas duas horas pra comer! Como é bom ter as tardes livres… Caminhei um monte pelo Centro, olhei várias vitrines - algumas já marquei de voltar, afinal, terei mucho tiempo. É a primeira vez que visito uma cidade turística pela segunda vez que não seja Florianópolis ou Gramado. Dessa vez, nada de correria para ver todos os pontos famosos em 72 horas.

Na volta pra casa, passei pelo Centro Cultural Borges. Em cartaz, entre outras tantas coisas, a exposição World Press Photo . Parei e entrei na hora. Sensacional! A mostra com 186 imagens premiadas passou por São Paulo, mas não voltará ao Brasil. Outra hora, escrevo mais.

Por enquanto, espiem a galeria. Ah, mais um detalhe: é o segundo lugar que entro gratuitamente graças à minha carteira de imprensa internacional da ZH. O primeiro foi o Malba.

Falando em Borges, comprei um livro dele em uma das dezenas de sebos na Avenida Corrientes. Cuánto sale? 12 pesos ou pouco mais de 8 reais! Apesar de ouvir muito falar e ler a seu respeito e de sua obra, nunca li nada dele. Em espanhol e deitada em uma das praças portenhas terá um sabor especial.

Fotófilos


por Marcela Donini

Objeto indispensável em qualquer viagem (e hoje em dia presente em qualquer situação do cotidiano), a câmera fotográfica deve garantir bons posts no nosso diário. Não a toa, eu investi numa Sony Alpha com duas lentes (uma tele). Nosso próximo roteiro será sua estréia em viagens. Enquanto isso, os fotófilos (palavra que acabo de inventar e defino como "apaixonados por fotografia, tanto em clicar como em apreciar") podem dar uma olhada no que eu já registrei nas andanças pela zona sul de Porto Alegre, Uruguai e Rio de Janeiro aqui. (No Rio, algumas fotos são do Moreno, confesso que não tive paciência pra identificar…)

Só brinquei com minha nova Sony no Porto Seco durante o carnaval. Lá no sambódromo, além de ampliar meus conhecimentos sobre o carnaval dos porto-alegrenses, descobri a lomografia. Lembra quando a gente tinha que levar o filme no laboratório e ir buscar depois? Surpresa é o que me dá mais saudade daquela época e, ao mesmo tempo, me faz agradecida à era digital. Fácil de explicar: às vezes as cabeças estavam todas ali, com todos os olhos abertos; às vezes, não… E a festa terminou há três dias e tu nunca mais vais reunir toda a parentada de novo.

Com a lomografia, praticamente uma filosofia de vida que estourou no início da década de 90, surpresa é a regra. Fotógrafo do Diário Gaúcho, Cristiano Estrela me mostrou a sua lomo com quatro lentes que veio da Itália. Sob o lema "Don’t think, just shoot", ele saiu loucamente disparando sua maquininha pela avenida sem olhar no visor. Aliás, sua lomo não tem visor! Quando revelar, deverão aparecer quatro bundas de mulatas numa mesma imagem ou quatro carros alegóricos quebrados. Ou pelo menos quatro fragmentos de bundas ou de carros quebrados. Não importa. A qualidade da imagem e a cor viva que as lomo oferecem garantem praticamente só surpresas boas, imagino. Fiquei louca pra comprar uma. Na internet, descobri que existem vários modelos de lomo (olho de peixe, com 9 lentes, pinhole). No Mercado Livre, é possível comprar algumas por preços que variam de R$ 200 a R$ 260. Quem sabe acho mais barato no Chile. A zona franca de Iquique, ao norte, pode ser uma boa opção.